Doença grave, invalidez por acidente e afastamento do trabalho são coberturas que você usa enquanto está aqui. Montamos a apólice com você e explicamos cada cláusula antes da assinatura.
Seguro de vida é o contrato que paga um capital aos beneficiários em caso de morte e, conforme as coberturas contratadas, também em vida: doença grave, invalidez permanente por acidente e afastamento do trabalho. Por lei, o suicídio não é coberto nos dois primeiros anos de vigência da apólice.
É a frase mais comum em qualquer conversa sobre seguro de vida. E ela parte de uma ideia errada: a de que seguro de vida só paga depois da morte.
Boa parte das apólices modernas paga em vida. Diagnóstico de câncer, infarto ou AVC aciona a cobertura de doenças graves. Um acidente que deixa sequela permanente aciona a cobertura de invalidez. Um afastamento do trabalho aciona a diária por incapacidade temporária.
O segundo mal-entendido é sobre o preço. Para um adulto jovem e não fumante, seguro de vida costuma custar menos por mês do que um plano de celular. A percepção de que é caro vem de quem cotou aos 55 anos — porque aí realmente é.
A apólice é montada por blocos. Você escolhe quais entram e qual o capital segurado de cada um.
Quem tem alguém que depende da sua renda. Filhos, cônjuge, pais. Se a sua morte ou incapacidade derruba o orçamento de outra pessoa, seguro de vida deixa de ser opcional.
Quem tem dívida de longo prazo. Financiamento imobiliário, empréstimo, dívida da empresa. O capital segurado quita a dívida em vez de deixá-la para a família.
Autônomo e profissional liberal. Sem carteira assinada, não existe auxílio-doença nem estabilidade. A cobertura DIT é o substituto direto disso.
Sócio de empresa. Existem apólices que garantem à sociedade o capital para comprar a participação do sócio falecido, evitando que a empresa acabe dividida com herdeiros que não trabalham nela.
Empresas que querem reter equipe. Seguro de vida em grupo é um dos benefícios de melhor relação entre custo e percepção de valor. É exigência de várias convenções coletivas — nesse caso, deixa de ser benefício e passa a ser obrigação.
Uma conta prática, em três partes: some as dívidas que ficariam para a família, some a renda que sustentaria a casa pelo período em que os dependentes ainda precisam de suporte, e some os custos previsíveis à frente — faculdade dos filhos, por exemplo. O total é uma boa referência inicial. Ajustamos junto com você na cotação.
Contratado pela empresa para o time, com apólice única e custo por vida bem abaixo do individual.
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Sem compromisso, com um consultor que ajuda a definir o capital certo em vez de vender o pacote mais caro.
Preencha ao lado e um corretor responde no mesmo dia útil. A cotação é gratuita e não obriga a nada.