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Seguro residencial que cabe no orçamento e cobre o que importa

Incêndio, roubo, queima de eletrodomésticos por raio, vidro quebrado e um encanador às onze da noite. Montamos a cobertura com você e explicamos cada cláusula antes da assinatura.

O que é seguro residencial?

Seguro residencial é o contrato que protege o imóvel e o seu conteúdo contra incêndio, raio, explosão, roubo com arrombamento, danos elétricos e fenômenos naturais. O que se segura é o custo de reconstrução, não o valor de mercado. Em apartamento, o seguro do condomínio cobre a estrutura do prédio, não os seus bens.

Título: Cotamos com as seguradoras que você já conhece

Logos com alt descritivo: alt="Porto Seguro — seguradora parceira da Clareza Seguros".

A conta que quase ninguém faz

Somando móveis, eletrodomésticos, eletrônicos, roupas e a estrutura da casa, o valor costuma passar de várias vezes o que a pessoa imagina. É, para a maioria das famílias, o segundo maior patrimônio depois do imóvel — e o que fica sem proteção nenhuma.

Um raio que queima geladeira, televisão e roteador de uma vez custa mais que anos de seguro. Um vazamento no andar de cima que estraga o piso de madeira também. E o seguro residencial está entre os mais baratos do mercado, justamente porque esses eventos são raros.

Se você mora em apartamento, atenção a isto

O condomínio tem seguro obrigatório da edificação contra incêndio, exigido por lei. Ele protege a estrutura do prédio — não os seus móveis, não os seus eletrônicos, não a sua responsabilidade se um vazamento no seu banheiro estragar o teto do vizinho.

É o mal-entendido mais comum da categoria. Muita gente acha que está coberta pelo condomínio e não está.

O que o seguro residencial cobre

A base

  • Incêndio, raio e explosão. A cobertura obrigatória da apólice, sobre a qual todas as outras são montadas.

Os adicionais que você escolhe

  • Danos elétricos. Queima de eletrodomésticos e eletrônicos por variação de tensão ou descarga. Uma das coberturas mais acionadas do país.
  • Roubo e furto qualificado de bens. Cobre o que foi levado com arrombamento ou mediante ameaça. Furto simples, sem vestígio de arrombamento, não entra — é a exclusão que mais gera recusa.
  • Vendaval, granizo, fumaça e impacto de veículos. Telhado, janelas e fachada.
  • Quebra de vidros, espelhos e vitrôs. Barata e muito usada.
  • Alagamento e inundação. Confira se a sua apólice inclui: em muitas, é adicional separado.
  • Responsabilidade civil familiar. Cobre o dano que você, alguém da casa ou o seu cachorro causar a terceiros — dentro e, em várias apólices, fora de casa.
  • Perda ou pagamento de aluguel. Se a casa ficar inabitável após um sinistro coberto, a seguradora banca a moradia temporária.
  • Bens de valor declarados. Joias, obras de arte, instrumentos, bicicleta, equipamento profissional. Só entram se forem declarados e avaliados na contratação.

Assistência 24h

Chaveiro, encanador, eletricista, vidraceiro, desentupimento, conserto de eletrodoméstico, cobertura provisória de telhado. É a parte da apólice que mais gente usa e a que menos gente lembra que tem. Muitos acionam o seguro pela primeira vez para um chaveiro num domingo.

O que o seguro residencial não cobre

  • Furto simples. Sem arrombamento, ameaça ou vestígio de entrada forçada, não há cobertura.
  • Desgaste natural, mofo, infiltração por falta de manutenção. Seguro cobre evento súbito, não deterioração ao longo do tempo.
  • Vício de construção. Rachadura estrutural por erro de obra é responsabilidade da construtora.
  • Joias, dinheiro, obras de arte e eletrônicos de alto valor não declarados. Precisam constar na apólice com valor definido.
  • Imóvel desocupado por período prolongado. Casa de veraneio e imóvel vazio exigem contratação específica, com prêmio diferente.
  • Bens de terceiros guardados na sua casa, salvo cobertura própria.
  • Atividade comercial no imóvel não declarada. Se você atende clientes ou guarda estoque em casa, isso precisa estar na apólice.
  • Danos causados de forma intencional.
A pergunta que resolve 90% das dúvidas antes de contratar: isso foi súbito e imprevisto, ou foi acontecendo aos poucos? Seguro cobre a primeira coisa.

O que forma o preço

  1. Valor em risco. Aqui mora o erro mais caro da categoria. O que se segura é o custo de reconstrução do imóvel, não o valor de mercado dele. O terreno não queima. Segurar uma casa pelo valor de venda é pagar prêmio a mais por uma cobertura que a seguradora nunca vai indenizar.
  2. Valor do conteúdo. Móveis, eletros e eletrônicos, somados. Vale fazer a conta cômodo a cômodo — quase sempre dá mais do que a pessoa chutaria.
  3. CEP. Índice de sinistro da região.
  4. Tipo de imóvel. Casa ou apartamento, e em que andar. Apartamento costuma custar menos.
  5. Uso. Moradia habitual, casa de veraneio ou imóvel alugado. Cada um tem regra diferente.
  6. Coberturas e franquia. Cada adicional entra no cálculo, e a franquia é a alavanca mais direta.
  7. Dispositivos de proteção. Alarme, portaria 24h, cerca elétrica e sistema de combate a incêndio geram desconto em várias seguradoras.
Subseguro é o problema silencioso do residencial. Se você declara R$ 50 mil de conteúdo e tem R$ 100 mil, a seguradora pode indenizar proporcionalmente — metade do prejuízo, mesmo em um sinistro pequeno. Declarar o valor certo importa mais do que escolher a apólice mais barata.

Quem aluga também precisa

Se você é inquilino, o seguro do proprietário cobre o imóvel — não os seus móveis, eletrônicos e roupas. Uma apólice só de conteúdo custa pouco e resolve.

Se você é proprietário e aluga, existe apólice específica para imóvel locado, com cobertura de perda de aluguel após sinistro. E se o assunto é garantia de pagamento do aluguel, isso é outro produto: seguro fiança locatícia.

Como funciona a contratação

  1. Você preenche o formulário. Tipo de imóvel, cidade e se é moradia habitual.
  2. Um corretor entra em contato. Para ajudar a estimar o valor de reconstrução e o valor do conteúdo — é a etapa que define se a apólice vai funcionar de verdade.
  3. Cotamos com várias seguradoras. As propostas chegam com as coberturas, os limites e a franquia lado a lado.
  4. Emissão. Não há carência: a cobertura começa na data contratada.
  5. Revisão anual. Reforma, eletrodoméstico novo, mudança. O valor segurado precisa acompanhar.

E se acontecer alguma coisa?

Você liga para o seu corretor. Para vazamento, chaveiro ou vidro quebrado, acionamos a assistência 24h na hora. Para sinistro maior, abrimos o processo, orientamos sobre a documentação — no caso de roubo, o boletim de ocorrência é indispensável — e acompanhamos até a indenização.

Perguntas frequentes

Moro de aluguel. Vale a pena?
Vale, e costuma custar pouco. O seguro do proprietário cobre o imóvel; os seus móveis, eletrônicos e roupas ficam de fora. Existe apólice só de conteúdo, feita exatamente para isso.
Moro em apartamento. O seguro do condomínio não me cobre?
Não. O condomínio tem seguro obrigatório da edificação contra incêndio, que protege a estrutura do prédio. Ele não cobre o que está dentro do seu apartamento nem a sua responsabilidade por um dano ao vizinho.
Cobre roubo?
Cobre roubo e furto qualificado — com arrombamento, ameaça ou vestígio de entrada forçada. Furto simples, sem esses sinais, fica de fora. É a distinção que mais causa recusa de sinistro, e por isso a explicamos antes da contratação.
Meu notebook foi levado na rua. Está coberto?
Só com a cobertura específica de bens fora do imóvel, que não vem por padrão. Se você carrega equipamento de trabalho, vale incluir.
Queimou tudo com um raio. O seguro paga?
É exatamente a cobertura de danos elétricos, uma das mais acionadas. Ela cobre queima por descarga atmosférica e por variação de tensão, até o limite contratado.
Tenho joias em casa. Estão cobertas?
Só se forem declaradas e avaliadas na contratação. Sem isso, entram no limite geral de conteúdo, que costuma ser baixo demais para esse tipo de bem.
E a casa de praia, que fica vazia a maior parte do ano?
Dá para segurar, com apólice específica para imóvel de uso eventual. As regras e o prêmio são diferentes dos de moradia habitual, e há exigências sobre o tempo máximo de desocupação.
Tem carência?
Não. A cobertura começa na data de início da apólice, após a aceitação da proposta.
Trabalho em casa. Muda alguma coisa?
Home office administrativo geralmente não muda nada. Atendimento a clientes, estoque ou equipamento profissional de alto valor precisam ser declarados — sem isso, a atividade pode ser motivo de recusa.

Veja também

Fontes oficiais

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